Competitividade

Clima e digital são motores para recuperação

20/01/2021 |

A “recuperação europeia deve basear-se nos motores das transições climática e digital” afirmou hoje, o Primeiro-Ministro, durante a apresentação das prioridades da presidência portuguesa do Conselho da União Europeia, ocorrida em sessão plenária no Parlamento Europeu. Áreas em que a indústria agroalimentar tem vindo a fazer uma grande aposta.

Na ocasião, o Primeiro-Ministro reiterou que a “recuperação não se pode limitar a responder às necessidades do presente com estímulos de conjuntura, mas com investimentos e reformas” que permitam uma União Europeia mais resiliente, mais verde e mais digital.

No contexto ambiental, António Costa, salientou que “urge concretizar o Pacto Ecológico Europeu” e que “o combate às alterações climáticas tem de ser um objetivo transversal de todas as políticas da União”, assumindo a aprovação da nova Lei do Clima como um dos “principais objetivos políticos”, pode ler-se no comunicado do Governo.

Já no que diz respeito à digitalização, o Primeiro-Ministro realçou que “um dia sem apostar no digital é mais um dia de atraso nesta exigente competição à escala global em que a Europa tem de estar na linha frente” e que a presidência portuguesa dará “uma atenção particular ao novo Pacote dos Serviços Digitais”.  

Sem deixar de abordar o principal tema da atualidade, o chefe do executivo português assinalou que o sucesso do processo de vacinação é “a primeira condição da recuperação económica”, acrescentando ainda que é preciso executar em paralelo os vários instrumentos de recuperação económica e social, como o Next Generation EU e os programas do novo Quaro Financeiro Plurianual (Horizonte Europa, EU4Health e Erasmus+).

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